quarta-feira, 7 de julho de 2010

Saúde e Meio Ambiente: Malditos os que se acham ‘donos’ da Terra, artigo de Américo Canhoto

desmatamento
[EcoDebate]Às vezes eu questiono os motivos que me levam a levantar bandeiras que não me pertencem; que não afetam meus mais imediatos interesses diretamente. Mas, como ignorar a ação do meio ambiente sobre nossa saúde? – A harmonia com o meio ambiente e a sua preservação fazem parte do esquema de saúde social dentro do qual se insere a individual. Exemplo: os terapeutas devem colaborar na mudança dos conceitos da agricultura industrial voltada para a superprodução, com conseqüentes danos ecológicos que, decorrem do desmatamento, da diminuição das matas ciliares, do envenenamento da água, do aterro das nascentes, das aplicações químicas que geram intoxicações e estimulam o surgimento de pragas; e acima disso mostrar também o desperdício na produção, no armazenamento e na distribuição de alimentos, como causa de fome e do surgimento de mais e mais doenças.
Nosso assunto de hoje é a tentativa por parte de alguns parlamentares da bancada ruralista de mudança da lei de proteção ambiental, enfraquecendo o código florestal brasileiro.

Antes de adentrar no tema gostaria de recordar um fato: Dia destes, assisti ao final de um debate a respeito do uso da terra que me deixou muito preocupado; porque não dizer desalentado quanto ao futuro do planeta. O assunto era a monocultura, no caso em discussão, a cana-de-açúcar e os males que podia gerar ao meio ambiente a curto e médio prazo. De um lado estava um cidadão preocupado com o meio ambiente e um técnico em engenharia ambiental e de outro um usineiro e um fazendeiro – cada qual expôs seu ponto de vista sobre os malefícios e os benefícios da cultura da cana em larga escala como está ocorrendo no estado de São Paulo (malditos carvõezinhos que empesteiam nossa cidade, emporcalhando tudo e agravando as doenças respiratórias através da troglodita queima antes da colheita).
Foram usados todos os argumentos pró e contra como: possibilidade de criar desertos, destruição ambiental não recuperável, alterações climáticas regionais, criação de novos empregos, geração de energia elétrica, uso de subprodutos para a produção de polímeros, exportação de tecnologia sucroalcoeira, etc. A discussão caminhava tranqüila até que, lá pelas tantas, um telespectador através de e-mail sugeriu a possibilidade de aplicação de uma idéia já em uso em alguns municípios: zoneamento agrícola, submetendo o uso da terra na área rural a algo semelhante ao que temos na zona urbana; não foi possível discutir a idéia, pois o fazendeiro nem deixou o moderador concluir a mensagem, ele foi categórico: – Isso é uma besteira que contraria a Constituição, pois a terra é minha e faço dela o que eu bem entender; se não estiver plantando algo ilícito ninguém pode determinar o que devo ou não cultivar na minha propriedade. – Me diga algo que esteja dando mais dinheiro do que plantar cana que logo eu vou começar a preparar a terra! – Como é melhor rir do que chorar, na hora eu lembrei de uma célebre frase do H. Simpsom (desenho da TV): “A culpa é minha; ponho ela em quem eu quiser”…
Não importa quem ganhou o debate, no sentido de convencer mais telespectadores, o que realmente me preocupou: até quando vamos confundir o que é legal com o justo, ético e inteligente? E o que começa a desalentar: em pleno século XXI o conceito de propriedade não se atualizou segundo as conquistas da inteligência e da capacidade de discernir. Jesus cansou de nos avisar para não desperdiçarmos muito tempo nem gerarmos débitos graves com os outros e com o planeta tentando armazenar em celeiros ou guardar em cofres as coisas materiais. Salta aos olhos que não somos donos de nada, estamos donos, temporariamente. No caso do fazendeiro, deu para perceber que ele se sentia realmente dono da sua terra; esquecia que dali a alguns minutos poderia estar morto ou é possível que pouco tempo depois resolvesse vender as terras e, a pessoa que se acharia dono delas seria outra. Ainda não somos donos de nada, nem do nosso tão decantado livre arbítrio, que ainda é precário e relativo. Orgulhosos e egoístas pela nossa teimosia em manter posturas como a dele nós ainda estamos fortemente sujeitos á ação da lei de causa e efeito pelo lado negativo; tanto no aspecto individual como coletivo (amigo leitor, não vá pensando que não tem nada com isso). As pessoas que se acham donas da terra; ou de qualquer outra coisa de 3D, como ele; se soubessem o que as aguarda no futuro teriam com certeza uma conduta diferente no presente – O pior é que, alguns de nós herdaremos a Terra; e de retorno, sofreremos pelo comodismo e pela covardia desta vez; esperamos que não mais junto com ele e alguns vândalos que hoje se acham proprietários. Nada desta dimensão nos pertence nem aos nossos herdeiros, pois não somos donos nem da própria existência. Não temos competência nem para dispor dela se estivermos descontentes com o rumo que tomou; ou se nos sentimos infelizes porque ela não está rendendo tudo que esperávamos; pois a vida apenas a Deus pertence.
O planeta é um bem de uso comum.
Ainda dependemos muito uns dos outros, nossa soberania emocional é pouco desenvolvida colocações infantis como “a vida é minha faço dela o que quiser” ou “não tenho medo nem me importo de morrer; até nem quero ficar velho para não dar trabalho para os outros”; afirmações desse tipo sinalizam ignorância e pouca maturidade psicológica da nossa parte.
A situação é grave; pois mesmo os que se acham espiritualistas; quando se encontram na condição de proprietários da terra, ainda criam animais para matança, aterram nascentes para plantar um pouco mais de capim, soja ou cana. Aproveitam a estiagem para atear fogo á reserva obrigatória de lei e, depois, já que está queimada na cara dura a aproveitam para plantio. Infelizmente a maior parte de nós quando vive a prova do poder e da propriedade ainda pensa mais com o bolso do que com o coração. Depois, em 4D, desencarnados damos trabalho por décadas ou centenas de anos na condição de apegados obsessores; tirando o sossego de herdeiros e até de terceiros; pois, quando nos apegamos ás posses não apenas destruímos o meio ambiente ou assassinados animais; ainda transportamos essas encrencas para o outro lado da vida. Claro que dentro da perfeição da criação, todos os males acabam tornando-se um bem. Quem comete desatinos e torna-se um sofredor ou até obsessor e; nessa pisada de bola, torna-se ferramenta para que outros devedores de si mesmo ou do coletivo possam progredir quando já mais conscientes e esclarecidos – Mas, até quando será dessa forma? – Entregar tudo na tal mão de Deus é covardia? Preguiça? Falta de responsabilidade?
O planeta suportará tanta agressão cada vez mais rápida e intensa dos que se acham os donos do planeta como as populações do hemisfério norte e os proprietários da terra abaixo do equador? Nossa querida Gaia dá sinais de estar agonizando – Será que não seria hora de depurá-lo das pessoas que não gostam dele? – O que estará atrasando o final dos tempos? – Será que os habitantes dos mundos que vão receber os terráqueos estão protestando junto a Deus, fazendo passeatas cósmicas para não nos receber? – Talvez muitos governadores de mundos estejam preocupados com a possibilidade da nossa eminente chegada e estejam negociando cotas – algo assim: o meu planeta só agüenta uns dez mil dessa raça; outro: – até uns dois milhões dos mais mansos dá para acomodar, mais do que isso vai ser problema…
Mesmo tentando manter a fé na raça humana ainda fico com um que de desconfiança de alguns Avatares afirmarem que mesmo expulsos daqui levaríamos o progresso a esses mundos: nossos novos lares – Será? – Se nós levarmos a doença do orgulho e do egoísmo a povos primitivos não será um novo desastre? – Parece que já assisti a esse filme várias vezes, apenas o enredo e alguns personagens mudam…
É esperar para ver. Com a palavra o senhor do Tempo…
Mas, vamos ao que interessa. Recebi o seguinte comunicado:
“Caros amigos,
Um grupo de deputados estão tentando enfraquecer as proteções ambientais no Brasil, matando nosso Código Florestal. Vamos deixar claro que os brasileiros não permitirão um retrocesso na proteção das nossas florestas. Clique abaixo:
Envie uma mensagem agora!
É chocante, mas o congresso brasileiro poderá abrir oficialmente uma “temporada de desmatamento”, nas 5 regiões do Brasil, significando um retrocesso de décadas em proteção ambiental!
Mais de 70 deputados da bancada ruralista, representando os interesses do agronegócio, estão tentando enfraquecer o Código Florestal brasileiro. Se eles conseguirem, milhões de hectares deixarão de ser protegidos por lei!
O Congresso está dividido – há uma forte oposição dos parlamentares ambientalistas; mas os dois maiores partidos, o PT e o PMDB, ainda não assumiram uma posição. Porém, a não ser que haja uma grande pressão popular, é provável que eles se alinhem com os ruralistas para ganhar apoio político nas eleições de outubro. Chegou a hora de mostrar o que o Brasil quer! Vamos enviar milhares de mensagens direto para os emails dos líderes partidários, eles estão negociando o posicionamento dos seus partidos agora mesmo! Clique abaixo e envie a sua:
As propostas mais perigosas são: a anistia irrestrita ao desmatamento ilegal ocorrido até 2008, a eleminação da Reserva Legal para propriedades de até 4 módulos rurais inclusive na Amazônia e a transferência da regulamentaçõa para o nível estatal, flexibilizando a lei. As propostas são uma grave ameaça à preservação ambiental, reduzindo dramaticamente as áreas atualmente protegidas.
Grupos ambientais estão fazendo tudo o que podem para impedirem os ruralista, mas eles precisam de nossa ajuda. Mais de 90.000 brasileiros assinaram a petição para salvar o Código Florestal em menos de duas semanas. Mas agora nós precisamos aumentar a pressão e enviar milhares de mensagens ao líderes partidários. Os líderes estão negociando o posicionamento dos partidos agora mesmo – envie uma mensagem para eles, deixando claro que não queremos alterações no Código Florestal!
Nós precisamos acabar com o mito de que a preservação ambiental é uma ameaça ao desenvolvimento. Um estudo recente mostra que o Brasil possui mais de 100 milhões de hectares disponíveis para agricultura, ou seja, há terra suficiente para produzir. O Brasil tem o privilégio de ser um país rico em recursos naturais e temos a rara oportunidade de crescer de forma sustentável. É nossa responsabilidade desenvolver e preservar ao mesmo tempo. Envie uma mensagem agora, não deixe que eles acabem com o Código Florestal!
Com esperança,
Graziela, Alice, Ricken, Ben, Iain, Milena, Mia e toda a equipe Avaaz
Leia mais sobre o assunto:
Amigos, não é falta de qualidade humana rogar aos céus que envie, em último caso, um probleminha básico de saúde ou de outro tipo; para que os exterminadores do futuro possam ter a oportunidade de parar para pensar e reavaliar o quanto a postura de seus interesses está sendo desastrosa para a saúde ambiental e até para a continuidade da vida.
Ps.
No meu caso, se eu usasse a mesma forma de proteger meus interesses: quanto mais doença melhor; quanto mais agravos ambientais melhor; pois, haveria cada vez mais doentes e minha conta bancária ficaria mais obesa – Por que não fico de bico calado?
Américo Canhoto: Clínico Geral, médico de famílias há 30 anos. Pesquisador de saúde holística. Uso a Homeopatia e os florais de Bach. Escritor de assuntos temáticos: saúde – educação – espiritualidade. Palestrante e condutor de workshops. Coordenador do grupo ecumênico “Mãos estendidas” de SBC. Projeto voltado para o atendimento de pessoas vítimas do estresse crônico portadoras de ansiedade e medo que conduz a: depressão, angústia crônica e pânico.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Telhado verde vira lei na Dinamarca

Arquitetura, Meio Ambiente e Sustentabilidade

Graças a meta de se tornar a primeira capital do mundo carbon neutral (com suas emissões de carbono neutralizadas) até 2025, Copenhagen, na Dinamarca, vem tomando medidas inéditas para concretizar esses planos.

E uma das principais é política dos telhados verdes, que obriga a implantação de vegetação em todas novas as coberturas com inclinação inferior a 30º.
A cidade possui atualmente 20 mil m² de telhados planos e espera que, com a nova lei, 5 mil m² de novos telhados verdes sejam implantados a cada ano.


Aqui no Brasil, os telhados verdes ainda são vistos como uma técnica arrojada e muito distante da maioria das pessoas, o que não é verdade.

Além de simples, ela pode ser implantada na maior parte das coberturas, desde que estejam em boas condições estruturais e de conservação.
Fonte: inhabitat


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Adote o telhado verde

Telha-camaleão

Telhados sustentáveis

Dica Sustentável 03: Deixe seu telhado verde


http://karlacunha.com.br/telhado-verde-vira-lei-na-dinamarca/


Saiba mais sobre os ODM-SP http://odmsp.blogspot.com/


http://sosabelhas.wordpress.com/about/


Rede Mobilizadores COEP ( Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida)

www.mobilizadores.org.br/coep - www.mobilizadorescoep.org.br

BOLSAS DE ESTUDO MEXT

Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão (Monbukagakusho)
Graduação, Escola Técnica Superior e Curso Profissionalizante

2011
O Governo do Japão, através do MEXT *, oferece as bolsas de estudo para brasileiros que queiram estudar em universidades e escolas japonesas, com passagens de ida e volta, bolsa mensal e isenção de taxas escolares.


Para pleitear as bolsas de Graduação, Escola Técnica Superior ou Curso Profissionalizante, os requisitos mínimos são: nacionalidade brasileira, idade entre 17 e 21 anos em 01/04/2011, ensino médio completo ou conclusão até dezembro de 2010, fluência na língua inglesa ou japonesa e disponibilidade de embarque na primeira semana de abril de 2011.
As inscrições serão recebidas gratuitamente no Consulado Geral do Japão em São Paulo até o dia 25 de junho de 2010.

O informativo completo com a documentação necessária e a ficha de inscrição das bolsas estão disponíveis em nossa homepage: www.sp.br.emb-japan.go.jp (clicar em “Cultura e Educação” e “Bolsas MEXT”)
As dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone: (11)3254-0100 r. 356 ou através do e-mail: cgjcultural5@arcstar.com.br .

Começa em casa, por Daniela Garcia Giacobbo*

Há dois anos, escrevi um artigo para Zero Hora sobre a família, a segurança pública e o medo de perder um filho querido. Nele, pedia por mais segurança e pela punição dos responsáveis pela morte de um amigo dos meus filhos. De lá para cá, vimos mais mortes de jovens, vítimas de assaltos ou ainda de insegurança em festas públicas, mas, também, por acidentes, como as ocorridas na últimas semanas, aqui no Estado.



É fato inegável que a insegurança pública não diminuiu, ao contrário, talvez tenha se agravado pelo aumento do consumo de álcool e de drogas pesadas, estendendo-se às comunidades do Interior, como no caso do jovem morto na última semana em Tramandaí, que teria sido baleado por usuários de crack.



Mas as famílias talvez tenham que fazer um mea-culpa, sem deixarem de contextualizar o problema.



Os nossos jovens vivem em uma época em que não há mais limites, em que tudo parece ser possível, e a diversão e o prazer, às vezes, podem ser fatais. Com a inegável melhora do padrão de vida econômico da sociedade, que tem tido acesso a todos os bens de consumo, da internet aos automóveis, tudo ficou mais fácil. Em Porto Alegre, há festas e eventos praticamente todos os dias da semana, lotados, nem todos inseguros, é claro. Por outro lado, em algumas, há um consumo desenfreado de bebidas alcoólicas e, sendo bem realista, também de drogas, e nota-se uma liberalidade comportamental reinante. Os sites de relacionamento estão aí para comprovar os muitos excessos.



Nesse contexto, sobra pouco tempo para a convivência familiar, com a necessária transmissão dos verdadeiros valores morais. É inegável que vivemos uma crise ética, moral, e os pais, às vezes preocupados com problemas que não os afetam diretamente, dentro das próprias casas, não sabem como fazer frente, apesar da formação moral que têm e dão, a tais apelos que vêm de fora e que, muitas vezes, tiram da convivência os filhos queridos.



Pergunto-me se estamos cumprindo corretamente o nosso papel. Estamos dando o exemplo necessário? A escritora Lya Luft, em seu recente livro Múltipla Escolha (Record, 2010, p. 82), fala que “embora não sendo onipotentes, por tudo isso, somos responsáveis (...) quem ama cuida, quem ama se informa, se interessa”.



Muitas vezes, estamos preocupados com problemas de ordem geral, com as contas públicas, por exemplo, que podem provocar uma possível nova onda de turbulência econômica global, mas não nos preocupamos com as nossas próprias contas, sucumbindo a um consumismo desenfreado. E damos o exemplo negativo.



Nos preocupamos com o aumento do consumo de bebidas alcoólicas entre os jovens, mas não deixamos de oferecer o primeiro gole. Nos preocupamos com o efeito estufa, com soluções para um desenvolvimento econômico sustentável, mas nos omitimos, ao não pedir aos nossos filhos medidas simples, como o uso racional da água ou para desligarem as luzes quando saem dos quartos. E aí também deixamos de educar.



Quantos de nós têm tempo para uma conversa diária, necessária para saber o que se passa na vida dos nossos jovens e adolescentes? E quantos de nós sabem com quem saem os filhos ou aonde vão? Se a festa é segura, ou se há bebida liberada a menores de idade, ou se há, nesses locais públicos, consumo de drogas?



De nada adianta, por exemplo, clamarmos por uma diminuição da menoridade penal, para efeitos de imputabilidade, se não cuidarmos e acompanharmos de perto a educação e o comportamento dos nossos. De nada adianta a preocupação com a ética e a solidariedade em sociedade, se não a praticarmos dentro da nossa casa. De nada adianta a preocupação com o meio ambiente global, se não tivermos um verdadeiro ambiente familiar.



De 7 a 11 de junho, participei da 1ª Semana Interinstitucional do Meio Ambiente, que tratou de Ética e Solidariedade, promovida pelas instituições Tribunal de Contas do Estado do RS, Tribunal de Justiça do RS, Justiça Militar, Ministério Público do RS, Tribunal Regional Eleitoral do RS, Tribunal Regional Federal da 4ª Região e Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região. A palestra que mais me sensibilizou, e não por acaso, foi a do encerramento do evento, do professor Álvaro Bravo, da Universidade de Sevilha, Espanha, conhecedor profundo de questões ambientais e sociais.



Após a apresentação musical de um grupo de índios guaranis, que também falaram sobre a importância da convivência nas tribos e do respeito à experiência dos mais velhos na transmissão dos valores ao grupo, o professor espanhol encerrou a apresentação dizendo que não há como se pensar em uma ética ambiental global, em padrões universais de desenvolvimento econômico sustentável, sem, antes, nos preocuparmos em como atuar dentro das nossas próprias comunidades e, mais especificamente, dentro das nossas próprias casas, modificando hábitos e valores para, assim, nos relacionarmos com o ambiente que nos cerca.



E, neste ambiente, nós, enquanto família, sabemos perfeitamente como agir para mudar.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

AEMA no VIVA a MATA 2010


A ONG AEMA sempre presente nos eventos ambientais mais uma vez com a SOS Mata Atlântica.

terça-feira, 25 de maio de 2010

AEMA NO "VIVA A MATA" 2010


A participação do grupo AEMA no viva a mata deste ano, que aconteceu nos dias 20 á 23/05 no Ibirapuera S/P, foi através de oficinas de musicalização com insrumentos confeccionados com materiais alternativos, e exposição dos mesmos pelo educador Adriano Gregório.

Também participamos através de uma itervenção com o " boi tatá" ( boneco ), e para encerrar a festa no domingo, uma grande ciranda com todos participantes!

A organização AEMA, agradece pela oportunidade e companherismo de todos que colaboraram neste evento.

Breve fotos!